
Igreja Adventista alerta sociedade amazonense sobre o Bullying
[Manaus, AM] Um dos assuntos que vem ganhando espaço na mídia nos últimos anos é o Bullying. Esse é o termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos causando dor e angústia. Esses atos de violência geralmente são executados dentro de uma relação desigual de poder.

Agradecemos a todos os
que contribuíram para
que a campanha deste ano
alcançasse com tanta
propriedade os lares de
nossa igreja e
comunidade, dizendo
Não ao Bullying.”
Marli Maciel
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Nas escolas, a maioria dos atos de bullying ocorre fora da visão dos adultos, e grande parte das vítimas não reage ou fala sobre a agressão sofrida. Para combater esse problema, a Igreja Adventista, destacou o tema através da campanha Quebrando o Silêncio de 2011.
Há dez anos o Ministério da Mulher da Igreja Adventista mobiliza pessoas em oitos países da América do Sul, para uma grande ação de conscientização contra o abuso a e violência. As ações da campanha deste ano envolveram passeatas com panfletagem nos bairros e cidades onde a Igreja Adventista está inserida, workshops sobre, ações sociais com atendimento médico, corte de cabelo, distribuição de alimentação, palestras em escolas.
A maioria das igrejas da Associação Central Amazonas teve sua programação desenvolvida no dia 27 de agosto, iniciando pela adoração infantil e culto divino. No período da tarde ocorreram as ações públicas. No bairro Santo Antônio houve passeata, liderada pelo pastor Gileno Hounsell e sua esposa Maria José Hounsell. Durante o percurso foram distribuídos livros missionários “Ainda Existe Esperança”, além dos folhetos e revistas da campanha.
O impresso para as crianças mostram artigos contra o Bullying, o dos adultos vários aspectos da violência, seja ela física, sexual e psicológica. Também apresentam estatísticas com ênfase no poder de Deus para superar o trauma e perdoar os agressores. Já o folheto foi voltado especialmente ao bullying e os aspectos que envolvem esta situação de violência.
O desfecho da passeata deu-se na praça do bairro da Glória, com apresentação musical e mensagens bíblicas. No total, os adventistas da Associação Central Amazonas realizaram 30 passeatas, onde distribuíram 70 mil folhetos, 13 mil revistas e 2 mil livros. “Agradecemos a todos os que contribuíram para que a campanha deste ano alcançasse com tanta propriedade os lares de nossa igreja e comunidade, dizendo Não ao Bullying” , afirmou a diretora do Ministério da Mulher, Marli Maciel.

Alessandro Simões
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